Como sair do fundo do poço

Hoje você vai dar um passo na direção de ser melhor. Eu vou ajudar você a dar um passo e sair do fundo do poço.

Antes de mais nada, eu quero deixar claro uma coisa. A minha empresa é uma escola de Coaching. Eu sou um treinador de pessoas, um Coach.

Coaching não trata depressão, ansiedade, transtornos. Nesse artigo eu não vou falar sobre depressão. Eu vou falar de momentos da vida em que a gente não quer sair da cama, que não sabe o que fazer da vida, que parece que a vida não faz sentido e não sabe o que fazer pra dar a volta por cima.

Tristeza profunda, depressão, não é brincadeira. Se você está com depressão, saiba que você não tem culpa de como está. Procure ajuda profissional. Ajuda de profissionais capacitados.   

Se você sente que está no fundo do poço de grana, de energia, do casamento, da empresa? Eu quero ajudar você com isso, agora.

Quero começar falando sobre um livro chamado “A coragem de ser imperfeito” da autora Brené Brown (já fica a dica de leitura pra você). No livro ela diz que só quando você consegue olhar pra sua sombra é que você alcança a potencialidade máxima da sua luz (ela tem um documentário muito interessante no Netflix sobre coragem, vale a pena dar uma conferida)

É por isso que eu exponho minha vulnerabilidade pra você. Que a sua vulnerabilidade seja a sua força.


Quero falar sobre como esse tema se encaixa comigo. Eu vou ao fundo do poço, regularmente. Eu uso todas as técnicas que eu ensino no WA (meu treinamento de inteligência emocional) em mim mesmo.   

A vantagem de estar no fundo do poço é que você consegue pegar impulso quando você chega no fundo. Às vezes a gente precisa ir até o fundo e de lá a gente consegue criar forças pra voltar.


Estar no fundo do poço pode ser um recurso pro seu sucesso.

Muitas pessoas vão chegando no fundo do poço por medo ou por comodidade da situação em que elas estão.


A gente é treinado na vida que o caminho normal é a gente sentar na janela do onibuzinho e deixar o ônibus levar. Só que às vezes a gente acaba se tornando passageiro da nossa existência.


Talvez você pense, “mas meus pais não me ensinaram isso”, a gente acha que não, mas deixa eu te explicar como a gente é treinado pra chegar no fundo do poço…

A gente aprende de 2 formas: por repetição e por emoção.

Como que a gente aprende por repetição? Ouvindo sempre a mesma coisa várias vezes. Por exemplo, a gente ouve muito o seguinte… completa as frases:

Dinheiro não dá em _______
Dinheiro não traz _______
Político é tudo ________

As chances de você ter completado com a mesma palavra que a maioria das pessoas é enorme. Você completou com àrvore, felicidade e corrupto?

Depois de ouvir tanto isso a gente internaliza. Ao ouvir e aprender que “dinheiro não dá em árvore” que “dinheiro não traz felicidade” a gente cria a percepção de que o mundo é escasso ao invés de abundante.

Agora, me diz… o que tem a ver dinheiro com não trazer felicidade?

Com esse pensamento a criança cresce e não sabe lidar com o dinheiro, acha que se tiver vai ser infeliz… e por aí vai.

E olha a proporção que isso pega: a criança aprende que político é ladrão, e ele cresce querendo mudar o Brasil. Ela é honesta. Se na política só tem corrupto e ladrão… ela entende que política não é pra ela, e por isso não entra pra política.

A gente cria gerações em gerações que ensinam isso pra outras gerações.  

Sabe o que a gente deveria ensinar pros nossos filhos? Que política é um lugar que vai dar trabalho, mas se você quer mudar o Brasil, é lá que você precisa estar.

A gente é ensinado a ir pro fundo do poço, que homem é tudo igual, que mulher é tudo _____. Entende?

Outra coisa que a gente passa de geração em geração: a criança deixa a comida no prato e os pais falam assim: “não vai comer não? Tem um monte de gente passando fome na rua e você não come.

Qual é a culpa que os filhos tem disso? Quer dizer que se a criança comer aquela comida acaba a fome do mundo?

Não coloque nas costas de uma criança de 5 anos de idade esse peso.

E como é que isso nos leva ao fundo do poço?

A gente começa a entender como normal a vida que a gente vai tendo.

Aqueles que crescem acostumados com situações negativas, muitas vezes aceitam situações futuras e negativas como normais, como se fosse natural. Pensam “a vida é assim mesmo”. Esse é o caminho mais rápido até o fundo do poço.

Você só percebe que existe algo melhor quando sai ou é tirado dali.

“Um envelopinho de dorflex tem que ser jogado fora porque estragou e não porque você precisou tomar ele todo pra lidar com seu dia a dia”.

Pessoas chegam no fundo do poço por decepções momentâneas, frustrações momentâneas, demissões, términos de relacionamento, outras caminharam bastante e chegaram numa situação que parece não ter saída.

Quando a gente acha que não tem saída, muitas vezes a gente quer pensar o seguinte: qual é o oposto de de onde eu estou. Ex: eu estou devendo 10 mil, sem emprego. Daí o meu pensamento é “como eu vou conseguir pagar a escola do meu filho?”.


A pessoa cria uma lacuna tão grande da onde ela está e da onde ela precisa estar que essa lacuna esmaga ela mais ainda.

A primeira grande sacada é parar de criar essa lacuna tão grande entre o seu estado atual e onde você quer chegar. 

A segunda sacada é definir qual é o primeiro passo que você precisa dar pra chegar onde você deveria, precisa ou quer estar. E entrar em movimento.

A sua meta pra hoje, pra agora, não é mudar a sua vida de uma vez por todas, é dar o primeiro passo.

Normalmente o que desespera as pessoas não é não estar onde ela deveria estar, o que desespera é ela não estar caminhando na direção daquilo que ela queria pra vida dela.

Ao se colocar em movimento, você acaba com esse desespero. Esse é o primeiro passo no Coaching, é definir qual é esse passo.


Quando você der o primeiro passo, célebre. A felicidade não é uma linha de chegada, é a própria jornada.

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Deixa um comentário aí embaixo, vou adorar saber como esse artigo pode ter ajudado você 🙂

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